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Sábado, 22 de Julho de 2006

Aprender comigo faz-me rir

22 Julho 2006 - 1 da manhã

Decidi ir buscar o telescópio esquecido na caixa (ainda por abrir) que foi o meu presente maior, no Natal de 2004.

Abri o livro de instruções de montagem e pensei  "É só montar o telescópio. Amanhã fazes uma pesquisa sobre astronomia e aventuras-te pelo céu."

Está bem, está...

Depois de duas horas de uma aventura empolgante, a falar sozinha e a intuir de onde seria aquela peça e a outra e a olhar para a foto da caixa (onde aparecia apenas a parte superior da minha relíquia), por me parecer que o esquema de montagem (continuo a achar que aquilo era mais um desenho feito à pressa do que um esquema, mas enfim...) demasiado incompleto e confuso, finalmente estava pronto a usar. Fecho o livro de instruções. Olho para a capa. Estava lá o telescópio inteiro. Podia ter conseguido montá-lo em menos de metade do tempo.

Deve ter sido por isso que achei indecente acabar a noite assim, sem mais nada, depois daquela trabalheira toda. Absolutamente desnecessária. Era urgente a vingança.

 

Levei-o para o exterior, depois de uma pesquisa rápida num site de astronomia para amadores. Olhei para o céu. Havia uma estrela mais brilhante. Mais ou menos a sudeste. Ou talvez a sul... Bem, a norte não era e é a única certeza que tenho.

 

Orientei a lente para ela. Foquei-a. Um ponto brilhante. Maior do que alguma vez vi mas, ainda assim, um ponto brilhante. Vi outras, mais pequenas, menos brilhantes. Depois tentava vê-las a olho nú e... nada. Fascinante. Já vi estrelas que muitas pessoas não viram, quando olharam para o céu. Sou uma privilegiada.

 

Decidi fazer uma correcção ao ângulo de inclinação do telescópio. Aumentá-lo, para poder "espreitar" as estrelas lá mais em cima. Sem perceber, alterei a ampliação. Aumentei-a.

 

Quando voltei a passear pelo céu, devagar, muito devagar, passei por um ponto enorme e muito claro, apesar de pouco brilhante. O meu coração parou. A minha respiração parou. Voltei atrás, lentamente, e lá estava ele. Parecido com o da imagem (que é Neptuno) ali em cima, mas muito mais pálido.

 

"Um planeta! Isto é um planeta! Redondo, da côr da lua, enooorme... Só pode ser um planeta. Será Jupiter? Saturno?... Marte.... Está mais próximo de nós. Vénus é mais para aquele lado. Deve ser Marte. Eu estou a ver um planeta!"

 

Eram quatro da manhã. Estava exausta e houve um momento em que até achei que vi uma galáxia colorida (também estava com fome, ok?), a mover-se.

 

Voltei ao meu planeta. Estava mais pequeno e brilhava ainda menos.

(Não sei se abrevie isto e assuma de uma vez por todas as figuras tristes que às vezes faço, ou se tente que fiquem com pena e não se riam de mim, como eu fiz quando percebi a minha precipitação)

(O problema é que até chorei quando pensei que estava a olhar para um planeta)

(Optei, como já deu para perceber, por apelar à vossa piedade)

Resumindo: 

Quando o meu telescópio está a olhar lá para cima com o máximo de ampliação,TODAS, repito, T-O-D-A-S as estrelas são redondas.

 

O lado positivo disto é que, se todas a estrelas aparecem como planetas perfeitos, e as estrelas estão a uma distância maior, no dia em que apanhar um planeta vou ver mais do que imaginava.

Para não falar da lua! Com uma lente especial para a observar e tudo.

Por falar em lua, é sempre quando preciso dela que desaparece.

Vou ter de esperar.

 

A próxima lua cheia, já sabem. É MINHA.

publicado por S às 22:59
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De M a 24 de Julho de 2006 às 09:50
Gosto deste berlinde azul. :-)
De S a 24 de Julho de 2006 às 15:35
O meu berlinde azul. :)
Há sempre quem tenha um, não é? :)
(Onde está a minha história favorita, que falava de berlindes azuis e da menina que era um pássaro? Fui procurá-la, para a reler, e não encontro...)
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