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Sábado, 15 de Julho de 2006

A agulha. ou O avesso. ou O vazio. ou O que é isto?!

 

Há muitos anos, era eu uma criança. E pensava, às vezes, em coisas estranhas. Tinha um medo que me dilacerava: Ficar sem a minha mãe.

Os meus pesadelos mais assustadores eram sobre essa hipótese.

Mais tarde, há menos anos portanto, mas há alguns mesmo assim, aconteceu algumas vezes, a meio do dia. A memória mais viva que tenho, é a de ir a caminho da universidade, no carro, e pensar que qualquer pessoa tem o direito de fazer coisas estúpidas se ficar sem a mãe, ou se sentir uma dor desse género, seja o que for que a tenha provocado.

Penso que terá sido por isso que me tornei uma condutora paciente. Quase nunca me exalto, por muita pressa que tenha, não chamo nomes a ninguém e raramente faço um sinal de luzes que não seja para ceder passagem.

Penso que terá sido por isso que aprendi a pensar sempre no outro lado da questão, no outro ponto de vista, na outra possibilidade.

Hoje, não perdi ninguém.

Mas vou estar uma semana sem os dois pedaços maiores de mim. Não estou habituada.

 

Se se cruzarem comigo na estrada, ou em qualquer outro lugar, por favor, sejam pacientes comigo.

Porque hoje, sinto que tenho o direito de fazer coisas estúpidas. Porque dói.

publicado por S às 12:54
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4 comentários:
De [M] a 15 de Julho de 2006 às 21:14
mas no fim da contagem do dias, vais ter dois dos melhores abraços do mundo: aqueles que ganhamos e partilhamos pra dizer "tantas saudades!" e sorrir, sorrir muito por dentro e por fora e abraçar com muita força! vai valer a pena ;)
até lá, passa os dias a lembrar os sorrisos e os abraços e os mimos... vai ajudar a passar o tempo.

beijo grande pra ti, sofia *
De S a 15 de Julho de 2006 às 22:57
:) Muito obrigada, Milocas. Do fundo do coração. Beijo ainda maior para ti, querida.
De http://shakermaker.blogs.sapo.pt a 18 de Julho de 2006 às 01:58
Ora viva, outra vez, Cara Sofia...

Bom, eu não sou propriamente um condutor paciente, mas acredite que é difícil para quem faz cerca de mil quilómetros semanais como eu. Também não perco a calma com qualquer manobra menos prudente de outros condutores, mas por vezes tenho os meus dias intolerantes.

Quanto ao cerne de tudo isto, penso que deve encarar esta situação tal e qual como ela é, passageira. Uma semana não é nada e além disso foi por alguma razão que os portugueses inventaram uma palavra chamada saudade. Há que saber senti-la, bem mais do que saber como usá-la.

Um abraço...
SHAKERMAKER
De S a 19 de Julho de 2006 às 13:25
Ok, Shakermaker. Vou ter de confessar.
A parte que me custa mais, é a delas. Dói-me tudo o que lhes doa. :)

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