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Segunda-feira, 12 de Maio de 2008

E não o somos todos?

 

Uns, mais do que outros.

 

Nuns dias, mais do que noutros.

 

 

E depois há as que, quando caem, levam quase tudo atrás.

 

Não foi hoje.

Ainda não.

 

 

 

publicado por S às 21:14
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Domingo, 11 de Maio de 2008

Veloz como o instinto

 

 

Hoje apeteceu-me ir para a Polónia e ser mãe de todas as crianças fechadas em orfanatos.

 

Ainda apetece.

 

A culpa é do National Geographic Channel.

A responsabilidade é de todos nós.

 

A minha vida não chega para tudo o que quero fazer, se vocês não colaborarem.

 

 

 

publicado por S às 15:45
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Sábado, 10 de Maio de 2008

M100

 

Já vos disse que é a minha favorita?

 

 

É.

A NGC 4603 também não é má de todo...

 

(E com esta brincadeira de fixar nomes de Galáxias, já me sairam da memória quase todos os modelos dos Azimut...)

 

(Mas também, não se pode ter tudo. Agora estou mais virada lá para cima. E consta que, lá em cima, não são precisos barquinhos...)

 

(Por falar em lá em cima... estou a usar apenas a minha perspectiva. É por todo o lado. E o tempo correcto dos verbos é o pretérito imperfeito do indicativo. Por todos os motivos.)

 

 

 

(Não liguem. Estou a passar por uma fase muito... estrelada. Isto passa.)

 

 

publicado por S às 16:44
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Quinta-feira, 1 de Maio de 2008

Sobre a Paixão

Dedicado aos não crentes.

 

 

Há apenas uma coisa, antes de começar a falar dela, que devo dizer-vos:

Existe. E todos vocês a sentiram, no momento em que respiraram pela primeira vez.

 

Temida ou desejada, amada ou odiada ou todas estas coisas em simultâneo, a paixão é a única energia que têm o poder de nos fazer viver. É o impulso para a vida.

A junção dos melhores genes é potenciada pela paixão.

 

Mesmo que lhe retiremos o ímpeto, fica a vontade. A paixão não desiste de nós. Nunca. Até nós desistirmos dela. Quando isso acontece, desistimos da vida. Passámos a sobreviver.

A paixão anda à nossa frente e não espera por nós. Nem olha para trás. Arrasta-nos e pode arrasar-nos, também.

Se quisermos, vamos atrás dela e satisfazemos os seus desejos. De outro modo, ficamos seus prisioneiros e ela consome-nos, lentamente. Queima-nos.

 

A paixão tem vida própria e é uma força viva.

Não somos nós que a vivemos.

É ela que nos vive a nós.

 

Se quisermos ser felizes, podemos domá-la.

 

Como?

 

Deixamos que ela viva em nós.

 

(Também podemos deixar que viva em laços, mas os laços demoram mais tempo a fazer e desfazem-se mais rapidamente.)

 

(Lá se foi a credibilidade do texto. E até estava tão giro e sério... Paciência.)

publicado por S às 19:58
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