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Terça-feira, 22 de Dezembro de 2009

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                    I

                    I

publicado por S às 16:50
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De ... a 24 de Dezembro de 2009 às 01:45
E ela respondeu: “Sou a Rainha Diana, mas o que lhe trás aqui?” Impaciente, ela repetiu a pergunta. Desta vez, concentrei-me. Medi as palavras, pois estava na presença de uma Rainha. Não podia simplesmente dizer que ventos tempestuosos haviam me guiado até ali e que o esquecimento era o meu propósito. Então comecei a contar-lhe sobre uma instigante aventura, pois ouvi dizer que rainhas gostam de fábulas. Mas logo ela me interrompeu e disse: “É indelicado conversar sem olhar nos olhos do interlocutor”. Sei que o meu gesto pode representar também falta de confiança ou temor, em raras oportunidades, respeito demasiado. Mas temi confrontá-la em seu interior. Afinal, vivemos em mundos diferentes. Talvez ela pudesse ir muito fundo e chocar-se com a miséria que eventualmente encontrasse. Não que eu carregasse um deserto entre minhas entranhas, mas é que ouvi dizer que rainhas estão habituadas a campos verdejantes. Lado outro, eu poderia ser surpreendido pelos segredos dela. Nesse jogo de poder, eu era o plebeu. Mas após refletir, eu disse: “Procuro pela última peça de um quebra-cabeça”. Dessa forma minha jornada pareceria instigante. Então ela pegou uma caixa ao lado de seu trono e ordenou que eu me aproximasse, esticou os braços e disse: “Pegue-a”. Segurei-a nas mãos. Notei que entalhado em sua tampa havia um desenho do Sol e da Lua fundindo-se, e, contornando-os circularmente, um arco-íris que, se não me confundi na contagem, possuía nove cores. Nas laterais havia símbolos que eu desconhecia o significado, mas que pareciam uma forma de escrita. Mas antes que eu pudesse observar todos os detalhes, ela completou: “Faz tantos anos que espero um visitante que deseje preencher um espaço vazio. Mas devo adverti-lo, somente abra-a quando sentir que realmente encontrou o que procurava”. (...)
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