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Sábado, 14 de Junho de 2008

Tiro ao alvo

O meu relógio parou, num dia 11, a contagem dos dias.

Não sei de que mês, porque só reparei ontem.

Os segundos, os minutos e as horas continuam alegremente a passar.

Mas os dias pararam no 11.

É possível que esteja assim há meses, é possivel que esteja assim há apenas três dias, o que me leva às questões seguintes:

 

Há quanto tempo perdi a noção do tempo?

Há quanto tempo não olho para o meu relógio sem pressa?

Há quanto tempo (adoro este efeito visual de começos de frases repetidos) não escrevia disparates como se estivesse a escrever a coisa mais séria do mundo?

 

Demasiado.

O tempo é uma coisa estranhíssima.

Passa por nós tão depressa, às vezes tão devagar e tão enganadoramente leve e afinal tem um peso tão... avassalador.

 

 

Aquele título "Curiosidades", que deveria ter tido um post há uns dias, ficou arrumado num canto. Mas não me sai da cabeça. Anda aqui dentro, de um lado para o outro, impaciente.

Falei sobre o assunto com o meu médico e, quando esperava uma reacção em forma de um encolher de ombros desconcertado e clichés, recebi apenas um sorriso e um olhar profundamente silencioso.

 

Fiquei mais descansada.

Ainda por cima, nem falou em internar-me.

 

"O sentido da vida, se é que existe algum. Alguém sabe?

O que é que nos move?

Já repararam que, pelo menos aparentemente, não passamos de aglomerados de experiências, de vitórias e derrotas, em busca da vitória derradeira?

E que, no final da linha, em vez de recebermos a medalha, apenas... acabamos?

 

É suposto querermos mais, quando temos a já tão rara hipótese de viver?

Será a solidão o pior inimigo do sentido da vida, porquanto não nos permite qualquer distracção na busca das nossas vitórias e, consequentemente, nos faz ver mais de perto e apenas com os nossos olhos os resultados dos nossos fracassos?

E sendo ela o pior inimigo, não fará do amor o extremo oposto? Aquele que nos ilude no sentido contrário e que nos faz aceitar quase tudo sem questionar a sua lógica, que nos ofusca a capacidade de olharmos mais demoradamente aqueles que o não têm e nos impede de lutar para que, também esses, passem a tê-lo?

 

Onde está o meio termo, então?

Passar a vida inteira a praticar tiro ao alvo.

E não desistir de querer saber onde está o alvo.

Só assim existirá uma maior probabilidade de alguém o descobrir. E de partilhar a descoberta com os que o procuram."

 

E vocês? Já comeram fruta, hoje?

 

publicado por S às 14:40
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2 comentários:
De Filipe a 15 de Junho de 2008 às 14:31
De tanto levar
frechada " do teu olhar
meu peito até
parece sabe o quê
táubua "
de tiro ao alvaro "
não tem mais
onde furar, não tem mais

De tanto levar
frechada " do teu olhar
meu peito até
parece sabe o quê
táubua "
de tiro ao alvaro "
não tem mais
onde furar, não tem mais

Teu olhar mata mais
que bala de carabina
que veneno estricnina
que peixeira de baiano
Teu olhar mata
mais que atropelamento
de automóver "
mata mais
que bala de revórver "


Não tem muito a ver com o tema, pois não? Deixe lá. Deve ser ainda da sonolência. :)

Já. Morangos e cerejas. Frutos... vermelhos. Sempre. :)
De S a 15 de Junho de 2008 às 20:27
:)
Não tem?
Tem, sim.
E não é por me contrariar que vou dizer que não tem. Apesar de me custar imenso admitir. :)

Já experimentou aquelas maçãs verdes, deliciosas? Devia, sabe? :)

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