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Domingo, 20 de Abril de 2008

Há pessoas que dormem poucas horas

 

 

"Olha, tão giro, deixa cá ver a lata que eles têm.", pensei eu quando vi a capa da Sábado.

 

Sempre adorei coisas do género "Sou um homem muito ocupado, muito reservado e tal e não gosto de expôr a minha vida privada. Mas, entretanto, e já que estão aqui... tomem lá o meu Aston Martin e o meu iate para mais umas linhas de texto. E, para não perderem a viagem, tomem também umas histórias que incluem fretar aviões."

 

Mas voltando ao que eu pensei, sobre "a lata que eles têm", adorei a reportagem sobre os perseguidores de tornados.

 

...

 

Por acaso não pensaram que aquela frase era sobre os quarentões milionários, pois não?! Seria ultrajante que pensassem uma coisas dessas de mim...!

 

Não. Não era mesmo. Era sobre os perseguidores de tornados e sobre os animais de estimação que acabam com casamentos. Gosto particularmente da expressão "animais de estimação" a substituir uma outra, que dá muito mais trabalho a escrever porque tem mais letras e que é  "falta de bom senso a definir prioridades".

 

Mas o que me surpreendeu mesmo, mas mesmo mesmo, foi a página 74.

Um artigo sobre o Juíz Carlos Alexandre.

Nesta página, mais ou menos a meio, pode ler-se

 

"Está convencido de que está 'marcado' e que pode ser abatido a qualquer momento".

 

Pois bem... E o que se segue então assinalado pelas próximas letras enormes?

Nem mais!

 

"O dia-a-dia do juíz"

Desde que acorda, às 7h15, até ao deitar, à 1h00.

 

??

 

Sou só eu, ou...?!

 

 

publicado por S às 15:16
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24 comentários:
De Filipe a 20 de Abril de 2008 às 23:46
Qual o sentido de tamanha azáfama neste mundo? Qual a finalidade da avareza e da ambição, da perseguição de riqueza, do poder e da proeminência? Satisfazer as necessidades da natureza? O salário do mais humilde trabalhador pode satisfazê-las. Quais serão então as vantagens desse grande objectivo da vida humana a que chamamos melhorar a nossa condição?
Ser observado, ser correspondido, ser notado com simpatia, complacência e aprovação, são tudo vantagens que podemos propor-nos retirar daí. O homem rico compraz-se na sua riqueza porque sente que ela faz recair as atenções do mundo sobre si. O homem pobre, pelo contrário, envergonha-se da sua pobreza. Sente que ela o coloca fora do horizonte dos seus semelhantes. Sentir que não somos notados representa necessariamente uma desilusão para os desejos mais candentes da natureza humana. O homem pobre sai e volta a entrar despercebido, e permanece na mesma obscuridade seja no meio de uma multidão seja no recato do seu covil. O homem de nível e distinção, pelo contrário, é visto por todo o mundo. Toda a gente anseia por vê-lo. As suas acções são objecto de atenções públicas. Raro será o gesto, rara a palavra que ele deixe escapar que passe despercebida.

"A Ânsia do Protagonismo Social"
Adam Smith , in 'Teoria dos Sentimentos Morais'
De S a 21 de Abril de 2008 às 00:09
" (...) Ser observado, ser correspondido, ser notado com simpatia, complacência e aprovação, são tudo vantagens que podemos propor-nos retirar daí. (...)"

É verdade. A questão que devemos colocar-nos é:
Por quem? E por que motivos?
Eu sou o ser mais rico do Universo inteiro.
Tenho a observação, a correspondência, o afecto generoso e a admiração das pessoas que eu admiro por motivos diversos. A riqueza que tenho, transporto-a comigo para onde vou, porque a trago dentro de mim. Ninguém, nunca, poderá roubá-la. Não preciso de guarda-costas ou sistemas de detecção de intrusos. E ofereço-a em cada gesto, que não passa despercebido a quem ele se destina.

Passei por um dos visados no artigo (por acaso, aquele com que mais simpatizo, por me parecer o mais despretensioso), ao final da tarde. Vinha no seu Jaguar XK 150. E sorriu. Eu também sorri. E o meu sorriso não era maior nem menor do que o dele.

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