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Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2008

Apesar de tudo, podia ser pior

 

 

Mais do que o tempo, às vezes acho que é a consciência da minha finitude que me mata mais um pouco, em cada dia que passa.

 

 

(Não sei se devia confessar isto, mas esta ideia/frase não me deixava adormecer, ontem à noite. E é só por esse motivo que está aqui.)

 

(Mais uma prova de que eu não ando a tomar a medicação certa, também. Mas foi a que me receitaram. Além disso, hoje estou chateada. E ainda além disso, mesmo que não estivesse.)

 

 

publicado por S às 19:21
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12 comentários:
De on a 18 de Janeiro de 2008 às 19:59
33x1 fact
33x2 prov
33x3 opti
33x4 utop
33x5 ficç

compra mais um par de botas que isso passa...
De S a 18 de Janeiro de 2008 às 20:12

És cruel.
Mas eu perdoo.
Estou chateada, hoje. Já não se pode?
De Anónimo a 18 de Janeiro de 2008 às 20:07
do Lat. finitu


adj. e s. m.,
que tem fim;

limitado;

transitório, contingente;

o que tem fim;

o que é passageiro.

Aplica-se?


De S a 18 de Janeiro de 2008 às 20:13
De facto, não.

Obrigada. :)
De Carmen a 19 de Janeiro de 2008 às 10:17
Questões existenciais interessantes as que te colocas a ti própria... és muito filosófica!!

Creio que essa noção de "finitude" é inata em qualquer ser vivo, homem ou animal!! Mas como o homem é um animal um pouco particular está sempre a tentar empurrar os limites mais e mais longe...

E depois a tomada de consciência de que "não somos infinitos" é uma bola pesada demais para arrastarmos no dia no dia... que fazemos então?? Varremos para baixo do tapete e fingimos não saber que está lá!!!

Acho que voltamos à história do reflexo do espelho, como viramos as costas, não há provas que o reflexo está lá!!!!!

Ai que somos complicados!!!!!!!!!!!

Beijocas
De S a 19 de Janeiro de 2008 às 17:39
:)
A capacidade de antecipação a esta escala é exclusiva do ser humano. Nenhum outro animal tem esta consciência de finitude como nós temos. Somos exclusivos no longo prazo. :)
Varrer a inevitabilidade da morte para baixo do tapete é saudável. Não viveriamos, de outra forma. Limitar-nos-iamos a sobreviver.
O que muitas pessoas fazem, e não sei até que ponto existirá vantagem nisso, é afastar essa certeza quando ela lhes bate à porta para as lembrar que existe. Não se deixam pensar sobre ela e usá-la de forma positiva.
Porque não há forma melhor de existir, não há forma mais completa de existir, do que partilharmo-nos com o que ainda existe, enquanto existe.

Eu, por acaso, até acho que sou imortal. :)
Desde pequena que às vezes penso que o mundo não existia antes de mim. Que tudo não passa de imaginação das pessoas que, quando eu nasci, nasceram também, mas já com mais idade. :)
E o que faço com esta ideia, quando me ocorre, é mais ou menos o que fazem as pessoas que varrem coisas para baixo do tapete: sei que pode não ser verdade, mas não disseco a questão. :)

Não é o meu fim que me preocupa. É o de tudo à minha volta, antes do meu.
De Jaime a 20 de Janeiro de 2008 às 13:55
Essas coisas resolvem-se com amor ou com os químicos certos. Se bem que o primeiro não tenha contra-indicações. :-)
De S a 20 de Janeiro de 2008 às 18:32
Qual amor, qual quê!!
Eu quero é neve. N-e-v-e. :)
De Hello! a 21 de Janeiro de 2008 às 09:35
..neve? snif ..snif? ou mesmo neve fria e branca? :-)
De S a 21 de Janeiro de 2008 às 13:19
De Hello! a 22 de Janeiro de 2008 às 09:33
...ui ui... tá gelada! …cândida e efémera... derrete no corpo! :-)
De S a 22 de Janeiro de 2008 às 19:03

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