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Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2007

Humor no Natal (de fazer doer a barriga de tanto rir)

 

 

O que os homens querem, sei eu!

 

Aliás, toda a gente sabe e ninguém discute sobre isso. É demasiado óbvio.

É demasiado básico... Ou são.

Eles.

 

 

Entre outras coisas, mais ou menos importantes, alguns homens querem - porque querem - perceber as mulheres. Acham importante, pronto!

 

 

Digo "querem porque querem", porque não percebo que raio (ou faísca, que é mais apropriado para o contexto) pode levar homens a discutir estratégias ou conceitos relacionados com a conquista de mulheres, se (e a ser verdade que sabem a fórmula mágica para terem as que querem) não precisam de aconselhamento.

 

E pior!, quando lhes é completamente prejudicial dar supostos trunfos a rivais!

 

Será que é porque... têm medo?

 

Será que têm pavor de acreditar que "mulheres" foi o termo criado para os proteger dessa... "decadência e lamechice", que é o amor?

 

Quem perde, no meio disto tudo?

Perdemos todos. Perde o amor.

 

 

Mas ganha a matemática. Portanto, nem tudo está perdido.

publicado por S às 01:51
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De CA a 21 de Dezembro de 2007 às 17:23
"Perde o amor."

Sofia, a que chamas amor?
De S a 21 de Dezembro de 2007 às 17:42
Assim... básicamente? Em poucas palavras?

Talvez: É fogo que arde sem se ver. :)

O amor não se define, CA. Sente-se.
De CA a 21 de Dezembro de 2007 às 17:48
Sofia

Sentimos muitas coisas. Será que quando dizemos amor estamos a falar do mesmo sentimento?
De S a 21 de Dezembro de 2007 às 18:46
Caro CA:

Quando falamos de morte, estamos a falar do mesmo?

Eu posso estar clinicamente viva e sentimentalmente morta.
De CA a 21 de Dezembro de 2007 às 19:25
Sofia

Para a morte clínica há um critério clínico.

Quanto à morte sentimental, voltamos ao mesmo.

Aquilo que se discutiu no Prozacland não só não é mau para o amor como é importante quando se quer um amor que vá além da atracção ou da paixão volúvel.
De S a 21 de Dezembro de 2007 às 20:44
Do género: a que prateleira devemos dirigir-nos, se queremos um produto com aquelas características (leia-se, se queremos um amor que vá além da atracção ou da paixão volúvel) ?

Não pode ser isso.

Quando construímos uma casa, não é sensato comprarmos os móveis por medida antes de ela estar acabada. Quem nos garante que afinal, no lugar daquela janela não vamos optar por colocar uma porta?
E depois? Há sofás adaptáveis a portas?

O meu ponto, prende-se mais com a parvoíce que considero ser, partirmos de certezas tão absurdas e generalizações como: as mulheres precisam da nossa resistência para nos serem fieis e escravas dos nossos desejos.
Não é assim que a coisa funciona.
Pode funcionar, mas se funciona assim, funcionaria de qualquer outra forma. Mesmo de uma forma melhor, com amor.
De CA a 21 de Dezembro de 2007 às 21:25
"as mulheres precisam da nossa resistência para nos serem fieis e escravas dos nossos desejos.
Não é assim que a coisa funciona"

Pois não. E não é isso que lá está.
De S a 21 de Dezembro de 2007 às 23:25
Não?

Então interpretei mal isto:

"(...) Olha, esquece se é eficaz ou não como estratégia - um homem deve portar-se como um homem, náo porque isso resulta, mas por uma questão de amor próprio. Se não te respeitas, se te mostras servil, como esperas que elas te respeitem? Eu costumava pensar que as mulheres que amamos a sério merecem uma excepção. Finalmente percebi que as mulheres que amamos a sério merecem precisamente não ser tratadas como uma excepção. (...)"

Por amor de Deus... :))
O OMWO sabe mesmo como virar do avesso a cabeça de uma mulher... Ou melhor... d' "as mulheres". :)
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