origem

Mail me

blogseve@gmail.com

Posts Recentes

Ossian

E por vezes

Liberdade?

Conselhos para todas as f...

Pois...

La femme comme il faut

Da divindade

Dos dias

My Panama Papers

Do vazio

Blogs especiais

Arquivo

Junho 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2015

Julho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Agosto 2006

Julho 2006

Junho 2006

Maio 2006

Abril 2006

Março 2006

Fevereiro 2006

Janeiro 2006

Dezembro 2005

Novembro 2005

Outubro 2005

Setembro 2005

Agosto 2005

Julho 2005

Junho 2005

Maio 2005

Abril 2005

Março 2005

Fevereiro 2005

Janeiro 2005

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Detector de movimentos

Page copy protected against web site content infringement by Copyscape
Terça-feira, 14 de Janeiro de 2014

Não resisti

Tirado daqui

 

O que uma criança deve saber aos 4 anos de idade? 

 Essa foi a pergunta feita por uma mãe, num  fórum de discussão sobre educação de filhos, preocupada em saber se o seu filho saberia o suficiente para a sua idade.
Segundo Alicia Bayer, no artigo publicado em um conhecido portal de notícias americano – The Huffington Post -, o que não só a entristeceu mas também a irritou foram as respostas, pois ao invés de ajudarem a diminuir a angústia dessa mãe, outras mães indicavam o que seus filhos faziam, numa clara expressão de competição para ver quem tinha o filho que sabia mais coisas com 4 anos. Só algumas poucas indicavam que cada criança possuía um ritmo próprio e que não precisava se preocupar.
Para contrapor às listas indicadas pelas mães, em que constavam itens como: saber o nome dos planetas, escrever o nome e apelido, saber contar até 100, Alicia Bayer organizou uma lista bem mais interessante para que todos os pais e mães considerem o que uma criança deve saber.
E estes são alguns exemplos:
  •      Deve saber que a amam, incondicionalmente e em todos os momentos.
  •   Deve saber que está segura e deve saber como manter-se a salvo em lugares públicos com outras pessoas e em diferentes situações.
  •      Deve saber os seus direitos e que a sua família sempre a apoiará.
  •     Deve saber rir, fazer caretas, brincar aos polícias e ladrões, aos bons e maus e utilizar a sua imaginação.
  •      Deve saber que nunca acontecerá nada se pintar o céu de laranja ou desenhar gatos com seis patas.
  •      Deve saber que o mundo é mágico e ela também.
  •      Deve saber que é fantástica, inteligente e criativa.
  •     Deve saber que passar o dia ao ar livre a fazer  colares de flores, bolos de areia e casinhas de contos de fadas é tão importante como praticar fonética. Na verdade, é muito mais importante.

 

 

E ainda acrescenta uma lista que considera mais importante. A lista do que os pais devem saber:
  •      Que cada criança aprende a andar, falar, ler e fazer cálculos a seu próprio ritmo, e que isso não tem qualquer influência na forma como irá andar, falar, ler ou fazer cálculos posteriormente.
  •      Que o factor de maior impacto no bom desempenho escolar e boas notas no futuro é que se leia às crianças desde pequenas. Sem tecnologias modernas, nem creches da moda, nem jogos e computadores, apenas necessita que a mãe ou o pai dediquem um tempo a cada dia ou a cada noite (ou ambos) para sentar-se e ler com ela bons livros.
  •      Que ser a criança mais inteligente ou a mais estudiosa da turma nunca significou ser a mais feliz. Estamos tão obstinados em garantir aos nossos filhos todas as “oportunidades” que o que estamos a proporcionar  são vidas com múltiplas actividades e cheias de tensão como as nossas.
  •       Uma das melhores coisas que podemos oferecer a nossos filhos é uma infância simples e despreocupada.
  •      Que as nossas crianças merecem viver rodeadas de livros, natureza, materiais artísticos e a liberdade para explorá-los. A maioria de nós poderia desfazer-se de 90% dos brinquedos de nossos filhos e eles nem sentiriam falta.
  •     Que os nossos filhos necessitam mais de nós. Vivemos numa  época em que as revistas para pais recomendam que temos de dedicar apenas 10 minutos diários a cada filho e reservar um sábado por mês dedicado à família.

 

 

 Os nossos filhos necessitam dos computadores e  das actividades extra-curriculares, muito menos do que precisam de nós? 

  •      Necessitam de pais que se sentem para ouvir o relato do que fizeram durante o dia, de  pais que se sentem e que façam trabalhos manuais com eles.
  •     Necessitam que passeiem com eles nas noites de primavera sem se importar que se ande a 150 metros por hora.
  •      Têm direito a ajudar-nos a fazer o jantar mesmo que demoremos o dobro de tempo e tenhamos o dobro de trabalho.
  •   Têm o direito de saber que para nós são uma prioridade e que nos encanta verdadeiramente estar com eles.
Então, o que precisa mesmo – de verdade – uma criança de 4 anos?
Muito menos do que pensamos e muito mais!
Para ver o artigo completo do Huffington Post (versão castelhana) cliquem aqui.
publicado por S às 09:37
link do post | comentar | favorito
Sábado, 4 de Janeiro de 2014

Não se constroi uma casa em cima de outra

 

Querido irmão de sangue:

 

Tantos anos se passaram, desde que nos tornámos irmãos neste caminho...

Tantas coisas que vivemos, tanto amor que nos demos e nos tirámos.

E nenhum de nós sabia...

Nenhum de nós sabia que um dia chegaria o fim.

Que um dia, os nossos dedos iriam desentrelaçar-se.

Atravessámos tempestades, tu e eu. Permiti-te coisas que jamais permitirei, nos dias que me restam.

Apunhalaste o meu coração e eu terei, com certeza, apunhalado o teu. Inúmeras vezes.

Não nos matámos.

Mas também não nos tornámos mais fortes juntos.

Apenas diferentes. No mesmo caminho, seguimos caminhos diferentes.

Mas olha bem à tua volta. Vê o que contruímos!

Só por isso, valeu a pena.

Valeria muitas mais penas.

 

Mas no fim, chegou o momento.

Porque o caminho é para a frente, nunca para trás ou para o lado.

E o tempo, o mesmo que já foi o nosso, é agora o meu tempo e o teu tempo.

E não vai parar, nem abrandar. Não vai esperar que nos reergamos. Vai continuar, e está a contar exactamente ao mesmo ritmo de sempre.

Não te invejo nem por um segundo...

Eu escolhi o nome do teu cão, que chamas todos os dias. As tuas filhas são a minha cara. Moras a dois passos de mim, no mesmo sítio em que nasci e cresci. Estás a tentar escrever uma história nova por cima de outra história, que já estava escrita e, por mais que queiras, nunca será apagada.

 

Nem precisavas de vir aqui, para eu saber.

Ninguém o suportaria de ânimo leve, sem sentir o tormento constante que implica. Escolheste, de entre todos, o caminho menos certo.

E o pior, é que arrastas inocentes contigo. Deixas que paguem o preço da tua culpa, do teu ressentimento, do teu medo. Da tua fuga desesperada.

Mascara-o da forma que te fizer mais feliz. Chama-lhe o nome que quiseres. Para mim, continua a ser inequívoco.

Fazes-me lembrar os ébrios, que tanto asseguram estarem sóbrios.

Quem está feliz, quem está em paz, não tem necessidade de o apregoar como o fazes.

E tenho pena.

Não de ti.

De ti, não tenho por que ter pena.

Já te perdoei há muito.

E perdoei-me também a mim, pouco depois.

Foste amado no passado e és amado agora.

Tenho pena que não consigas ver o que estás a fazer.

Porque vais perceber, mais tarde ou mais cedo, que no dia em que não conseguires prosseguir, vais precisar daqueles que agora destrois.

E o que destruires agora, dificilmente vais reaver mais tarde.

 

Sabes qual é o problema?

Nunca resulta, construir uma casa em cima das ruínas de outra.

Enquanto não respeitares as ruínas e as deixares onde pertencem, nunca serás livre.

Serás sempre apenas um resto do que foste. Por dentro, na base, nos alicerces.

Quanto mais te focares em esquecer, mais te vais lembrar.

Falta-te o luto. E o respeito e a paz que ele traz.

Só depois podes ser realmente livre, realmente feliz.

Não venhas aqui falar em silêncio comigo. Eu não te oiço.

Perde o medo e enfrenta o que resta dentro de ti.

No início dói, mas depois passa. Como tudo.

Permite-te sentir tudo e depois, deixa ir.

Vale a pena, vais ver.

Elas merecem.

 

 

 

publicado por S às 23:43
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito