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Sábado, 27 de Fevereiro de 2010

Mon coeur, comme les fleurs.

"Mon cœur s'ouvre à ta voix comme s'ouvrent les fleurs
Aux baisers de l'aurore!
Mais, ô mon bien-aimé, pour mieux sécher mes pleurs,
Que ta voix parle encore!
Dis-moi qu'à Dalila tu reviens pour jamais!
Redis à ma tendresse
Les serments d'autrefois, ces serments que j'aimais!
Ah! réponds à ma tendresse!
Verse-moi, verse-moi l'ivresse!
Ainsi qu'on voit des blés les épis onduler
Sous la brise légère,
Ainsi frémit mon cœur, prêt à se consoler
À ta voix qui m'est chère!
La flèche est moins rapide à porter le trépas,
Que ne l'est ton amante à voler dans tes bras!
Ah! réponds à ma tendresse!
Verse-moi, verse-moi l'ivresse!"

publicado por S às 16:42
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Sexta-feira, 19 de Fevereiro de 2010

Gaivotas em terra...

... não voam.

 

No mar.

 

Não voam no mar.

publicado por S às 19:01
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Quarta-feira, 17 de Fevereiro de 2010

Na Matriz da Palavra

 

Às vezes, há alguém que faz anos.

Mas somos nós que recebemos um presente.

 

Parabéns, Carmen!

publicado por S às 15:04
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Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010

Estado de espírito

 

Às vezes, mas mesmo só às vezes, tenho a estranha sensação de que está muito frio.

A de estarem nuvens no céu quando chove, no entanto, já é mais frequente.

Não sei se tome um anti-inflamatório...

 

A ver se vou à China, este ano.

É o ano do Tigre, portanto é o meu.

Pode ser que ganhe alguma coisa, antes de me extinguir.

 

 

Se não puder, vou tentar ir até Portalegre, ou assim.

publicado por S às 13:51
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Segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

10

 

 

Nem sei o que dizer.

Tudo me parece insuficiente.

 

Já me dás pelo ombro - ok, ok, um pouco acima dele, eu sei -, em tamanho físico.

Mas quando olho para ti, Maria, vejo céu e vejo estrelas.

Lá, onde a minha vista alcança o limite, continuas a crescer.

 

Um dia, meu amor, hás-de ser tantas coisas!

Tantas quantas quiseres.

Tantas quantas as tuas ainda pequenas mãos agarrarem.

Nesse dia, terás deixado de ser muitas outras.

Menos uma:

 

Hás-de ser sempre tão minha quanto eu sempre serei tua.

 

Adoro-te.

Mais do que alguma vez possa dizer.

 

Parabéns, querida.

publicado por S às 13:58
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Quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010

Quero entrar no Clube

Era um texto e pêras.

Todo ele fluía, cheio de certezas, de considerações plenas de sentido.

 

Era.

Mas já não é.

 

Pareceu-me ver.

Finalmente, um cabelo da cor da neve! Já sou crescida. - pensei.

 

Antes de ligar à minha mãe a reclamar da vida, por tamanho mal me ter atingido (sim, porque eu sou extremamente querida e tento sempre disfarçar a minha alegria, quando me acontecem coisas "normais" que era suposto terem acontecido muito antes), dizia eu que antes de falar com ela e de lhe perguntar se o tamanho do cabelo em causa conta alguma coisa para a validade da situação, dissertei.

 

"Faz sentido. Terminei a minha obra. Três obras de arte. Perfeitas, q.b.

A última, a Madalena, adoeceu pela primeira vez. Ao fim de dez meses, é bom. O facto de ser a terceira, em nada diminuiu a preocupação. Para mim é sempre um drama. O medo lembra-se sempre de me visitar, nestas alturas. Apesar de tudo... nem foi assim tanto.

Mas faz sentido. Agora, já posso começar a envelhecer.

E a parte gira disto, é que eu sabia. Tinha de saber.

Já tive medos maiores, já tive dissabores, desilusões, coisas péssimas.

Mas, de alguma forma, eu devia saber que não podia começar a envelhecer.

Faltava-me ainda criar qualquer coisa.

Fascinante!"

 

Fiquei a saber que o tamanho não importa (tendo em conta que estamos a falar de um fio de cabelo - achei importante esclarecer), e que vale de qualquer forma.

 

E vinha aqui oficializar.

Vinha.

Porque quando fui confirmar, o mundo inteiro ruiu. É apenas um cabelo mais claro. Muito claro, mas apenas isso. Não é branco.

 

Agora, das duas uma:

 

Ou a minha teoria foi completamente por água abaixo, ou ainda me falta fazer qualquer coisa.

 

Talvez seja melhor ir ver se já acabei os T.P.C. ...

publicado por S às 14:27
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