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Quinta-feira, 23 de Novembro de 2006

Sempre adorei este dia

Mesmo que não o comemore, por não me apetecer ter trabalho ou não lhe dar importância suficiente para isso, sinto-o sempre como um dia especial para mim.

 

É oficial. Tenho 32 anos.

(Que pena não gostar de numeros pares. Resta-me pensar que estou a viver o 33º ano da minha vida a partir de hoje.)

 

Desejo a  todos um dia muito feliz. Como sei que o meu vai ser.

publicado por S às 10:04
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Sábado, 11 de Novembro de 2006

Às vezes, penso.

 

Caetano.

Outra vez.

 

Acabei de perceber que é possível sentir saudades do que se tem, quando se tem.

 

Da mesma forma que é também possível não sentir saudades, quando se perde o que...

nunca se teve.

 

(Raios! Eu sabia que não devia ter dormido tantas horas!)

publicado por S às 18:50
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Quinta-feira, 9 de Novembro de 2006

O meu cão é muito inteligente e adora testar o meu sentido de humor

Por falar em testar sentidos de humor...

Ontem ouvi uma frase deliciosa.

Numa conversa de café, duas mesas atrás da minha, sobre casamentos e partilhas de heranças, irmãos queridos e cunhadas gananciosas e regimes de casamento, ficou uma frase no ar, em jeito de "Eu é que sou esperta!":

"Eu, quando me casar, vai ser em comunhão de separação!"

 

Mas eu queria mesmo falar era do meu cão. É tão querido!

Já falei dele aqui, uma vez. O tal que come tudo (por acaso, a idade fê-lo mais selectivo. acho que já não come plástico.) e dorme em cima de carros.

 

Mas a maior proeza dele, é a subtileza com que me dá a volta.

Tenho a certeza de que sabe perfeitamente o significado das palavras "vai" "para" e "casa".

 

E sempre que as pronuncio...

 

 

senta-se.

publicado por S às 22:53
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Quarta-feira, 1 de Novembro de 2006

Balbúrdia, onde??

(Otis, o protagonista)

Filme giro.

Mas desde o início que havia ali qualquer coisa difícil de digerir...

Nem sou de reparar em pormenores, mas... Quer dizer... reparar, até reparo. Mas não costumo comentar. Guardo para mim.

Não desta vez.

Por dois motivos.

 

Primeiro, aquilo não era um pormenor. Era um pormaior. Aliás, enorme. Era um porenorme.

 

Segundo, fiquei mesmo na dúvida. Juro que fiquei.

 

E dei por mim a perguntar  "Mãe, as vacas são sempre fêmeas... não são?"

(Às vezes demoro mais tempo a pensar, no escuro, ok?)

 

Há pouco, enquanto falava do dia e, consequentemente, do filme que tinhamos visto, fiquei a saber que a Maria queria sonhar com a Daisy (uma das duas únicas vacas verdadeiramente vacas do filme), e que a Marta queria sonhar com o protagonista.

 

- E eu quero sonhar com o "vaco", mãe.

 

Suspiro de alívio.

A Martinha percebeu o essencial, e isso deixa-me menos preocupada.

publicado por S às 21:09
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