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Sábado, 5 de Abril de 2008

Todos os acasos são coincidências?

Hoje, ao olhar para ela, lembrei-me.

 

Anos antes de ter nascido, já tinha o nome escolhido.

Maria.

 

Podia ter sido gerada anos antes, anos depois.

Mas seria sempre Maria.

 

Uns metros ao lado, estava a Marta.

 

E pensei:

A Marta poderia ter outro nome. Maria, por exemplo.

Tê-lo-ia se tivesse sido a primeira a nascer.

E seria Maria. Mas não seria A Maria.

 

A Maria é exactamente aquilo que imaginei que viesse a ser.

Quer dizer... talvez um pouco mais ainda, do que aquilo que imaginei. Mas isto já é outra coisa a falar.

E a Marta é muito diferente. Exactamente igual à Maria, na medida e na intensidade do que sinto por ela, mas diferente em tudo.

 

E o curioso, aqui, é que foi o acaso que deu o nome à pessoa a quem ele pertence.

 

Foi? Terá sido?

Não sei.

 

Mas sei que isto me levou a outra questão.

 

Até que ponto devemos questionar tudo o que acontece durante a nossa vida e tentar encontrar respostas racionais?

Não seremos e viveremos, acima de tudo, apenas o resultado de uma fórmula mágica, cheia de variáveis complexas, demasiado aleatórias para serem encontradas?

 

E a nossa vontade, será uma dessas variáveis?

 

Como poderemos explicar o facto de termos acreditado e sabido antes, que iriamos ter o que só depois tivemos?

 

 

Mas a questão principal, que devemos todos colocar-nos neste momento e que pode, de facto, revelar-nos a resposta a todas as dúvidas, é:

 

Será que quando o wasabi está demasiado forte, isso nos tolda a razão e nos leva a escrever textos deste género?

 

 

publicado por S às 22:41
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2 comentários:
De Filipe a 6 de Abril de 2008 às 23:54
E as questões que coloca conduzem-nos a um verdadeiro enigma filosófico…:)

O determinismo versus a liberdade da vontade, na forma como o ser humano se harmoniza com o universo.

Por um lado, sentimo-nos inclinados a dizer que, uma vez que a natureza consiste em partículas e nas suas recíprocas relações e, dado que tudo se pode explicar em ordem dessas partículas e das suas relações, não há simplesmente espaço para a liberdade da vontade.
Por outro lado, a evolução deu-nos uma forma de experiência da acção voluntária onde a liberdade, entendendo-a como a existência de possibilidades alternativas, está inserida na estrutura do comportamento humano consciente, voluntário e intencional.
Além disso a vivência indica-nos que, em determinadas circunstâncias, as nossas próprias escolhas, decisões, raciocínios e cogitações diferem do nosso comportamento efectivo, isto é, embora tenhamos feito uma coisa, sabemos perfeitamente que poderíamos ter feito outra ou alguma coisa mais. Sabemos que poderíamos ter feito de forma diferente, porque escolhemos algo em virtude de determinadas razões, embora tendo consciência de que havia também razões para escolher de outra forma.

Isto está confuso, mas é como me sinto neste preciso instante… E o enigma permanece… :)

No que me diz respeito gosto de pensar que ter liberdade de opção é fundamental para me auto conceber e inter-relacionar. Mas também sou equilibrado o suficiente para afirmar e sentir que alguma daquela liberdade possa estar constrangida pelo determinismo da tal fórmula mágica.

SLB : O wasabi é, indiscutivelmente, um poderoso aliado de diversos devaneios…
SLB (só para reforçar): Nomes lindos, bonita escolha (ou pré-determinação) :)
De S a 7 de Abril de 2008 às 23:18
:)

É tudo energia. Magia e energia. Com muitas estrelas à volta... Estrelas, não: Estrelinhas! :)

Magia, energia e estrelinhas. :)

SCP: Pois é.
SCP: :) Obrigada.

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