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Quarta-feira, 26 de Março de 2008

Qualquer coisa

 

Não é, necessariamente, uma coisa qualquer.

 

E porque a ordem das palavras pode, às vezes, alterar por completo o significado de uma frase...

 

...

 

Não faço ideia do que devo escrever depois de frase e antes das reticências.

 

 

 

Também, só me apetecia dizer qualquer coisa.

 

Parece que acabei por dizer uma coisa qualquer.

 

É a vida.

publicado por S às 00:35
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14 comentários:
De Mikael a 26 de Março de 2008 às 19:31
(...) ... (...)

Beijo :D
De S a 26 de Março de 2008 às 19:46
...

O Infinito Perdido preocupa-me. :)
De Filipe a 26 de Março de 2008 às 21:44
"E por vezes as noites duram meses
E por vezes os meses oceanos
E por vezes os braços que apertamos
nunca mais são os mesmos E por vezes

encontramos de nós em poucos meses
o que a noite nos fez em muitos anos
E por vezes fingimos que lembramos
E por vezes lembramos que por vezes

ao tomarmos o gosto aos oceanos
só o sarro das noites não dos meses
lá no fundo dos copos encontramos

E por vezes sorrimos ou choramos
E por vezes por vezes ah por vezes
num segundo se evolam tantos anos"

David Mourão-Ferreira

Porque a vida também é assim...
De S a 26 de Março de 2008 às 22:56
:)
Também é assim...

E, oh Deus, quando o é... :)
De Alexandra a 27 de Março de 2008 às 01:15
Eu não diri melhor... e ainda digo mais ... ... ...
De S a 27 de Março de 2008 às 13:41
...

Nem mais! :)
De Filipe a 27 de Março de 2008 às 01:37
... É o encanto peculiar (das reticências) que lhe(s) permite(m), sem nada antes ter dito, subentender depois e aquela, que era qualquer, ter ficado coisa. :)
De S a 27 de Março de 2008 às 13:49
...

Das reticências... :)

Mas há tantas mais coisas, que não sendo quaisquer umas não são encantadoras...
E depois, há as que, tendo sido (quaisquer), o são (encantadoras)... :)
De Semblano a 28 de Março de 2008 às 19:10
E o que são Palavras?

Palavras serão naturalmente Palavras
Palavras e mais palavras
Ditos e não ditos
Coisas e coisas que não são coisas
Que podem trazer ódio
Ou
O melhor,
O Amor.

J.S.

De S a 28 de Março de 2008 às 19:43
:)

E o que é fascinante, Dr., é que é apenas uma palavra que distingue o melhor do pior, quando questionamos a génese de ambos: motivo.

Necessário para o ódio, completamente desnecessário para o amor.
E existindo o motivo entre ambos, percebe-se facilmente que este último nos apanhe, na maioria das vezes, de surpresa.
De Dr.J a 31 de Março de 2008 às 19:27
E o que e a supresa? Nao sera algo que apenas em sonho num ja distante dia, julgamos possivel de encontrar ......
Um imprevisto? Uma desatencao?
Talvez sim
Ou,
Talvez nao.

Porem, tal acto,
Em que nao se pensou
Apenas nos levou
A um tal sitio,
Em que apenas em sonho
Julgamos possivel de encontrar.

Todavia, e apesar de tal subito
Nos parecer radiante e jubiloso
Tambem,
A nenhum sitio pode nos levar................
De S a 1 de Abril de 2008 às 19:05
A surpresa poderá ser
o que quisermos deixar que seja
assim o amor depende de quem é beijado
como depende também de quem beija

E saber agora o futuro
a todos está vedado, escondido
mas diz-se que só há fumo onde há fogo
e só surpreende quem também é surpreendido.
De Dr.J a 2 de Abril de 2008 às 19:59
Mas bem no fundo,
o suprendido
nao sera
o jogador da vida........
De S a 5 de Abril de 2008 às 22:26
Não sei...

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