Cinco estrelas
Família
Amigos
Diafragma & Fotoescrita - RIP
Relógio parado - RIP
Outros
Troca de olhares - RIP
Frota A310 - RIP
Miúdos
Não faço ideia do que anda a acontecer no mundo.
Há qualquer coisa no ar...
Afinal ainda aqui estou?
"O amor é a poesia dos sentidos. Ou é sublime, ou não existe. Quando existe, existe para sempre e vai crescendo dia a dia."
"A maior felicidade para o ser humano é de poder viver para aquilo pelo qual estaria pronto a morrer."
"A constância é o fundo da virtude."
"Quando se ama, vive-se ao mesmo tempo nos três tempos do verbo."
"O instinto da mulher equivale à perspicácia dos homens."
"A mulher é o ser mais perfeito entre as criaturas; é uma criação transitória entre o homem e o anjo."
Balzac
Balzac pensava exactamente como eu.
Não é ao contrário, é mesmo assim.
Ou então, só tenho sinapses rebeldes, mas muito criativas.
A primavera também pode ter alguma coisa a ver com isto.
Segundo um estudo recente, quando ocorre uma mudança de estação (geralmente entre o vigésimo dia que antecede a nova estação e o nonagésimo que antecede a seguinte), são libertadas na troposfera algumas substâncias oriundas das estrelas mais próximas de Plutão - o que, só por si, também já prova que Plutão é um planeta.
Estas substâncias, que têm um nome estranho e impossível de traduzir, interferem com tudo o que esteja relacionado com impulsos.
Nas pessoas impulsivas, então, nota-se que é um disparate.
Isto tudo para dizer que há momentos em que o chá pode ter o efeito do vinho, seja lá o que for que isso possa querer dizer.
Obviamente, a justificação anterior é totalmente inventada, mas eu gosto de justificar coisas e antes uma justificação inventada que nenhuma.
Na verdade, hoje apeteceu-me deixar a razão dormir.
Está a precisar de descanso.
De mim.
Logo assim, para começar: Não, não sou católica.
Parece-me a mim (fica bem, não me chateiem), que esta celeuma à volta das palavras do cardeal D. Manuel Monteiro de Castro, não é mais do que uma demonstração dos recalcamentos que por aí andam.
Já li e voltei a ler.
Por via das dúvidas, ainda li mais uma vez.
E não consigo - juro que não consigo mesmo, não estou a fazer charme - perceber o que de tão inconcebível se tira daquelas palavras.
Primeiro (primeiro, não, que já comecei com aquele "logo assim, para começar")
(nem era que ficasse mal... mas primeiro, não)
(e aqui quem manda sou eu, que sou mulher e mãe e tenho um cardeal que me compreende)
(onde é que eu ia?)
(ah)
...
(esqueci-me)
(estão a ver? se eu pudesse estar mais tempo em casa, tinha tempo para tomar umas vitaminas e aquelas coisas para melhorar a memória)
(de qualquer forma, o essencial está dito)